O Bom pastor e seus comentários

O Bom pastor e seus comentários

sábado, 7 de abril de 2018

Efésios 4.17-21 = Comportamento cristão Apropriado: Puro ou Impuro?



Comportamento Cristão Apropriado: Puro ou Impuro? (Efésios 4.17-21).



Paulo se refere aos princípios de conduta não baseados na palavra revelada por Deus em Cristo e nas escrituras. Como os gentios que não conhecem a Deus se comportam? Eles andam na vaidade dos próprios pensamentos, são obscurecidos de entendimento e alheios à vida de Deus.


Vaidade, entendimento obscurecido e alienação são intermediados por ignorância e dureza de coração. Seu comportamento é assim por causa do modo como a sua mente funciona, afastando-se cada vez mais de Deus por causa do amor que colocam em si mesmos e nas coisas que desejam possuir mais do que tudo. Alienação é separação, manter um sistema de vida paralelo e ilusório sem perceber ou desejar o outro que é possível, e no caso da fé, melhor. Esse comportamento triplo é deliberado, escolhido como o mais desejável!


Eles são insensíveis e entregues à dissolução. Isso leva à insensibilidade moral declarada. Eles caminham na direção oposta àquilo que realmente é bom. Eles dizem que viver em santidade é como viver a vida em preto e branco, e que o colorido está na experimentação de novas coisas, novas sensações e novos sabores. Paulo diz que viver assim é não ter o controle de suas vidas, antes abraçar a nulidade.


O objetivo deles é ficar livres para praticarem todo tipo de impureza com avidez. Para eles, praticar a impureza é comportalmente bom e desejável. Nossos roqueiros de plantão e cantores da MPB cantam que “tudo o que é bom é ilegal, imoral e engorda” (Cazuza). Destaca-se o fato de que a impureza tem um cardápio bem variado “todo tipo” e que deve ser experimentado com avidez (pleno de desejo). O mundo quer uma vida sem freios: “Eu vou deixar a vida me levar!”


Por que nosso comportamento não pode ser assim? Porque Não foi assim que fomos discipulados por Cristo (20,21).


O evangelho, por outro lado, nos encaminha noutra direção, a da santidade, a da pureza. Paulo faz um forte contraste: “Mas vós”, apontando para as diferenças entre ambos comportamentos e caminhos.


Os três verbos principais são: Aprender, ouvir e ser instruído, todos no tempo aoristo (passado definitivo). Tudo na vida começa com a doutrina, com o que aprendemos de Cristo. “Aprender” refere-se ao aprendizado de um discípulo, de um aluno.


Observem que diferentemente deles, Aprendemos a Cristo... Temos ouvido... e fomos instruídos segundo é a verdade nele. Essa instrução se baseia “na verdade”, não “na vaidade”. A verdade é Cristo e seu evangelho como revelação especial de Deus. Ouvir a Cristo é aprender a Cristo e nele ser instruído. Cristo é o conteúdo de nosso aprendizado e, também, da vida cristã. Paulo tem por certo que isso já aconteceu quando nos tornamos seus discípulos.

Olhe para o seu guarda-roupa comportamental; não está na hora de fazer uma limpeza?


                                                                        Com amor, Pr. Helio.

quarta-feira, 28 de março de 2018

Levítico 23.1,2,4-8 = A Celebração da Páscoa



A Celebração da Páscoa (Levítico 23.1,2,4-8)



De acordo com Levítico 23.1,2, (1) As Festas do Senhor são fixas; ou seja, as datas são estabelecidas por Ele mesmo. Marcam eventos e reuniões solenes convocadas pelo próprio Deus. (2) As Festas do Senhor são santas convocações proclamadas pelo próprio Deus ao seu povo. (3) As Festas do Senhor pertencem a Ele! Cumprem os seus propósitos e não os dos homens.


A Páscoa aponta para o sacrifício de Cristo e sua ressurreição. Paulo liga os eventos da Páscoa diretamente à nossa justificação em Romanos 4.25: Cristo foi entregue por causa de nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação. Na Páscoa celebrava-se a libertação da escravidão do Egito. Agora celebramos a libertação do jugo de nossos pecados. Uma libertação que não é meramente política, mas espiritual e eterna. Não somos livres da opressão de regimes pecaminosos, mas da condenação dos próprios pecados! O foco da Páscoa não é a sexta-feira santa da paixão, mas o amanhecer glorioso da Páscoa. O foco não está na penitência e no sofrimento, mas na alegria do perdão por causa da ressurreição. È a ressurreição que determina a força da cruz, não somente a morte de Cristo. Se Cristo não tivesse ressuscitado, de que nos valeria a cruz? O corpo de Cristo estaria no túmulo e nós sem esperança.


Mas Cristo nos libertou dos nossos pecados, e pela ressurreição, nos transportou para o seu reino (Rm 4.25; Cl 1.13).


          Agora, é preciso perguntar com honesta sinceridade:

1º. O que nós entendemos por “Santa convocação”? Deus nos convoca para a celebração, não podemos recusar ou nos escusar!


2º. Se Deus fixou as suas próprias festas e elas lhes pertencem, será que temos autonomia para mudá-las?


          O nosso país mantém inúmeros feriados no calendário; alguns deles são religiosos. Como podemos administrar isso? Deus determinou essas festas para Israel e não lhes permitiu fazer qualquer alteração ou adaptação. Eles deveriam guardá-las e celebrá-las na sua presença. Cada israelita deveria comparecer.


          Creio que não precisamos comparecer a todas as festas religiosas que são propostas no calendário de nosso país, algumas não são celebrações que dizem respeito à nossa fé; nem o Natal é celebrado na data correta, e não recebe nas Escrituras mais atenção que os eventos finais da encarnação de Cristo relacionados à nossa salvação. Todavia, creio estarmos incorrendo em erro pecaminoso na forma como observamos a Páscoa.


          Não podemos simplesmente fazer programas de viagem e passeio para essa data. Ela representa o centro de nossa fé: O sacrifício de Cristo por nossos pecados e sua ressurreição por causa de nossa justificação. Essa data tem de ser inegociável para nós cristãos em geral e membros da nossa igreja em particular.


Não podemos simplesmente mudar as comemorações desse dia para ficarmos livres para outros afazeres! O que temos de fazer é o contrário, livrarmo-nos de todos os outros compromissos para estarmos livres para a celebração desse dia juntos, como povo de Deus, no dia designado! Precisamos voltar para casa e tomar a decisão de mudar a nossa atitude e o nosso planejamento familiar! Faça isso para a glória de Deus e o bem da fé de sua família!

Com amor, Pr. Helio.

terça-feira, 13 de março de 2018

Uma Palavra Sobre o Dízimo


Uma Palavra sobre o Dízimo

Muito tem sido falado a favor e contra a prática do dízimo na internet e na literatura cristã em geral. Geralmente, as questões gravitam ao redor da posição assumida quanto à continuidade e descontinuidade entre a Antiga e a Nova Aliança. Que existe tanto continuidade quanto descontinuidade dentro Aliança é um fato inegável por todos os estudiosos sérios das escrituras. O grau exato de como isso acontece é o que tem gerado polêmica. A questão de como praticar ou não praticar o dízimo é uma delas.

Os principais textos bíblicos que tratam da questão são: Levítico 27.30-33; Números 18.21-32; Deuteronômio 12.5-18; 14.22-29; 2 Crônicas 31.4-12; Neemias 10.34-39; 13.10-14; Malaquias 3.6-12; Mateus 23.23; Hebreus 7.1-10.

O principal ensinamento desses textos é que devemos honrar nossos compromissos com Deus e ser totalmente honestos em nosso procedimento para com ele. Nunca devemos tentar negociar um “acordo” mais vantajoso nem escapar de nossas responsabilidades. É bom e correto ofertar em dinheiro para a obra de Deus, mas isso jamais pode ser um substituto para o serviço que deveríamos estar prestando ao Senhor (1 Sm 15.22). Não dizimar porque não se concorda com o ensino da igreja sobre a matéria não justifica não contribuir de forma nenhuma! Nesse caso estaríamos realmente roubando de Deus.

Com base nos textos bíblicos acima, concluímos:
          1ª) Praticar o dízimo não fere os ensinos bíblicos. Ele não foi estabelecido pela lei cerimonial, pois tinha implicações morais (sustento do sacerdócio e auxílio aos necessitados). Nem tudo do Antigo Testamento foi abolido no Novo Testamento (Mt 23.23).

          2ª) praticar o dízimo obedece ao princípio da proporcionalidade. Dizimamos segundo a prosperidade de cada um (lembre-se que os sistemas econômicos da época do Antigo Testamento e do Novo Testamento não eram os mesmos de hoje em dia). O dízimo também é sistemático, ou seja, segue um padrão. Para uns pode ser mensal, por causa do salário; para outros pode ser diário, semanal ou sazonal, devido o tipo de sua profissão. Cada um deve contribuir em conformidade com o modo que recebe seus rendimentos. Os ensinos quanto às ofertas alçadas no Novo Testamento falam de práticas semanais (I Co 16.1,2).

          3ª) Existem promessas claras para quem pratica o dízimo na Bíblia (Ml 3.10-12). Deus derramará Suas bênçãos (sem medida); Deus dará prosperidade material (Pv 3.9,10) e Seremos um povo feliz (Pv 11.24,25).

          Muitos dos que têm praticado voluntariamente o dízimo com fidelidade têm testemunhado do cuidado providente de Deus nas suas vidas. Por isso me pergunto se vale mesmo a pena omitir-se e não contribuir?
Com amor, Pr. Hélio.

segunda-feira, 5 de março de 2018

Efésios 4.1-6 = A Unidade do Espírito. Culto de 04/03/2018 na Igreja Presbiteriana Mosaico

O Catolicismo Colonial - Os Primeiros Missionários Católicos no Brasil


Seminário Presbiteriano Brasil Central – SPBC

História da Igreja Brasileira – 2018

Rev. Helio de Oliveira Silva

Unidade 1 – Catolicismo Colonial  • A Presença Portuguesa e o Padroado  • Missões Católicas

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Primeira Missa no Brasil
  


O CATOLICISMO NO BRASIL COLONIAL[1]



A Primeira Missa

No dia 26 de abril de 1500, num banco de coral na praia da Coroa Vermelha no litoral sul da Bahia, foi rezada uma missa de Páscoa. Uma cruz foi fincada num banco de areia na região de Porto Seguro-BA. Pero Vaz de Caminha escreveu na sua carta ao rei de Portugal:

"E quando veio ao Evangelho, que nos erguemos todos em pé, com as mãos levantadas, eles (os índios) se levantaram conosco e alçaram as mãos, ficando assim, até ser acabado: e então tornaram-se a assentar como nós... e em tal maneira sossegados, que, certifico a Vossa Alteza, nos fez muita devoção."[2].

Os nativos, dóceis, se portaram de tal modo que Caminha convenceu-se da fácil conversão deles no futuro, solicitando também o envio de um par de padres, “dos bons”, para iniciar o trabalho da evangelização católica no Brasil.



A decisão de vir ocupar o Brasil

A Coroa Portuguesa demorou quase meio século para enviar os primeiros missionários jesuítas ao Brasil para fins de catequese. As políticas anteriores de ocupação da nova terra (o arrendamento ao consórcio de cristãos-novos de Fernão de Noronha, e, depois, a doação de capitanias), redundaram em fracasso. Foi o acirramento do combate teológico contra os protestantes, e as visitas das naus bretãs e flamengas atrás do pau-brasil, quem fez o rei retomar o interesse pela colonização do Brasil. Tinha urgentemente que ocupar os pontos estratégicos da costa e por os “hereges” para correr. Ou tomava conta de vez, ou perdia tudo.



Os primeiros seis missionários

O catolicismo trazido por eles foi o da Contra-Reforma. Os três instrumentos da Contra-Reforma para barrar o crescimento do protestantismo foram: A Sociedade de Jesus (1540), a Inquisição Romana (1542) e o Concílio de Trento (1545-1563).[3]

Nos barcos de Tomé de Souza, o fundador de Salvador, vieram junto, em 29 de março de 1549, os soldados de Cristo, os homens-de-preto, os jesuítas da recém fundada ordem de Inácio de Loyola – a Companhia de Jesus. Eram apenas quatro. O Padre Manoel da Nóbrega e o Padre Aspicuelta Navarro foram os mais famosos. Depois, veio também o Padre José de Anchieta que chegaria ao Brasil em. A eles juntaram-se mais dois: Antônio Rodrigues, um ex-soldado mestre nos idiomas nativos, e Pêro Correia, um ricaço que decidira-se pelo hábito talar. O trabalho era imenso. Evangelizar aquela massa de gentios, com mil falas, que se espalhava por aquele mundão todo, era tarefa de gigantes.

Manoel de Nóbrega
O líder da comissão de missionários jesuítas foi Manoel de Nóbrega (18/10/1517-18/10/1570). Tinha 32 anos e fazia parte dos jesuítas desde 1544. No primeiro ano no Brasil eles moraram com indígenas. Nóbrega ficou pouco tempo na Bahia e depois se transferiu para a capitania de São Vicente, onde fundou em 1554 a aldeia e o Colégio de São Paulo. Além disso, participou da fundação de Salvador e do Rio de Janeiro e na luta contra os franceses como conselheiro de Mem de Sá. Juntou-se (1563) a Anchieta e iniciaram o trabalho de pacificação dos índios tamoios, que retiraram seu apoio aos invasores franceses, sendo estes finalmente derrotados.[4]

Foi provincial da ordem jesuíta no Brasil de 1553-1560. Escreveu a primeira obra literária produzida no país: Diálogo Sobre a Conversão dos Gentios (1557), e Cartas do Brasil, que servem como documentos históricos sobre o Brasil colonial e a ação jesuítica no século XVI. Faleceu aos 53 anos no Rio de Janeiro, no dia de seu aniversário.
José de Anchieta

José de Anchieta (1534-1597). Em 1553, com 19 anos, vem ao Brasil em missão jesuítica pela catequese dos nativos chefiada pelo Padre Luís de Grã, integrando a frota do governador-geral Duarte da Costa. A ação catequética, com a meta de catequizar os índios Carijós. Participou ativamente das lutas dos portugueses para a expulsão dos franceses da Baía da Guanabara. Aprendeu a língua tupi, o que mais tarde lhe permitiu escrever a Gramática tupi, que seria usada em todas as missões dos jesuítas. Em 1597, aos 63 anos e já doente, o padre dirige-se a Reritiba (atual Anchieta), aldeia que fundara no Espírito Santo, onde passa seus últimos dias. Seu falecimento viria a ocorrer no dia 9 de junho do mesmo. José de Anchieta passou à História da Colônia como exemplo de vida espiritual notável, dadas as condições adversas em que foram exercidas, destacando-se pelo zelo religioso e a sensibilidade humana. Em 3 de abril 2014, foi canonizado pelo Papa Francisco.[5]

Os jesuítas trabalham no Brasil por 208 anos, 1549-1757, tendo enviado 474 missionários, entre estrangeiros e formados aqui mesmo no Brasil.



A expansão do Catolicismo[6]

Os carmelitas chegaram em 1580, as missões dos beneditinos tiveram início em 1581, as dos franciscanos em 1584, as dos oratorianos em 1611, as dos mercedários em 1640, as dos capuchinhos em 1642.

Apesar da aliança entre a Igreja Católica e o Estado português, o rei nunca permitiu à igreja liberdade suficiente para crescer e realizar sua tarefa evangelizadora no Brasil. Comparando-se o desenvolvimento da igreja católica no Brasil e nos EUA pode-se concluir que depois de 100 anos presente nos EUA, a Igreja Católica tinha ali 84 bispos e arcebispos, enquanto que em igual período no Brasil havia apenas uma diocese, a de Salvador-BA. Depois de 200 anos, sete; e após 300 anos, apenas 10.[7]




100 anos
200 anos
300 anos
EUA
84 bispos e arcebispos


Brasil
1 diocese
7 dioceses
10 dioceses



Três fatores causaram essa situação no Brasil. O Padroado, o Recurso e o Beneplácito.[8]

“O Padroado foi uma concessão feita pela Igreja Católica a determinados governantes civis, oferecendo-lhes um certo controle sobre a igreja em seus respectivos territórios como um reconhecimento por serviços prestados à causa católica e um incentivo a futuras ações em benefício da igreja”.[9] A coroa portuguesa se comprometia a fornecer os navios para o transporte dos religiosos, financiar o empreendimento missionário católico, construir igrejas e outros edifícios eclesiásticos e pagar o salário dos sacerdotes. Em contrapartida poderia nomear os bispos, recolher os dízimos dos fiéis, aprovar os documentos eclesiásticos, e interferir em quase todas as áreas da vida da igreja. Nem sempre a coroa portuguesa cumpriu suas obrigações, mas foi zelosa no uso de suas prerrogativas. D. Pedro II fez uso eficaz desse expediente.

O Recurso era o direito de recurso à coroa em casos de disciplina eclesiástica.

O Beneplácito ou “placet” era o direito de censura de todas as bulas, cartas e outros documentos eclesiásticos antes de sua publicação no império brasileiro.





[2] Carta de Caminha a El-Rei, 1º de maio de 1500.
[3] Elben Lenz César. História da Evangelização do Brasil, Ultimato, p.26.
[4] COSTA, Keilla Renata. "Manuel da Nóbrega"; Brasil Escola. Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/biografia/manuel-da-nobrega.htm>. Acesso em 05 de marco de 2018.
[6] Wikipédia: Catolicismo no Brasil: https://pt.wikipedia.org/wiki/Catolicismo_no_Brasil. Acesso em 16/02/2018.
[7] Earlie E. Cairns, O Cristianismo Através dos Séculos, p.303.
[8] Helio O. Silva. Apostila de História da IPB. SPBC, 2015, p.21,22. Trabalho não publicado, pdf.
[9] Alderi S. Matos, “Eventos Marcantes da História do Cristianismo no Brasil”. Em: Mark A. Noll, Momentos Decisivos na História do Cristianismo, ECC, p.334.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Hebreus 10.25 = O Costume de Alguns



O Costume de Alguns (Hebreus 10.25)



O capítulo 10 de Hebreus faz três afirmações categóricas sobre o sacrifício de Cristo na cruz, e depois, baseado nelas, apresenta quatro exortações estimulantes para a prática correta da fé cristã em comunidade. Ele afirma que o sangue de Cristo remove a completamente a condenação do pecado (v.1-10); afirma que o sacrifício de Cristo não precisa ser repetido, pois é único e suficiente (v.11-18) e que o sacrifício de Cristo nos dá pleno acesso a Deus (v.19-39).


Por causa disso podemos e devemos: (1) Aproximarmo-nos de Cristo com ousadia (v.22). (2) Guardarmos firmes a nossa confissão de fé sem vacilar (v.23). (3) Considerarmos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras (v.24). (4) Não deixarmos de congregarmos (v.25).


O verso 25 afirma que o costume de não congregar é uma atitude reprovável entre os cristãos, pois evidencia a falta de consideração para com os irmãos recomendada no verso anterior. A ênfase das escrituras está na contribuição que cada um pode trazer à comunhão cristã com a sua assídua presença e jamais naquilo que vamos receber na participação. A ausência não diz respeito principalmente ao que vamos perder se não comparecermos, mas no que vamos deixar de oferecer e contribuir com o fortalecimento da fé dos irmãos! Nós congregamos para fortalecer uns aos outros. Como a igreja será fortalecida com a minha ausência?


O costume de não congregar pode ser justificado por inúmeros fatores que têm a ver com a forma como organizamos a nossa vida ou como deixamos que outros a organizem por nós. Estar uma vez por semana na presença de Deus para cultuá-lo não é uma invenção da liderança da igreja para facilitar o controle e a manipulação. É, antes e acima de tudo, um requerimento de Deus para com o seu povo (Levítico 23) que não foi alterado na Nova Aliança, e que a igreja fielmente procurou e continua procurando preservar e obedecer (Atos 2.42-46). Observe atentamente em Levítico 23.1,2 que as festas determinadas por Deus a Israel são fixas, são santas e são de Deus. A primeira delas é a guarda do sábado, caracterizado por descanso solene, santa convocação e presente “em todas as vossas moradas”.


O costume de não congregar é o primeiro passo para o afastamento da comunhão da igreja e finalmente do afastamento de Deus. Acreditem irmãos, Pedro tentou seguir Jesus, “de longe” (Lc 22.54) e o resultado foi negar Jesus por três vezes (Lc 23.61,62). Nossa fé não é virtual, mas real e acontece ao vivo! Onde você está? O que você está fazendo? Você precisa da comunhão da igreja, mas a igreja precisa da sua comunhão também! O que nos fortalece é estarmos juntos, caminharmos juntos e experimentarmos as bênçãos e enfrentarmos os desafios de Deus Juntos!


Não adote em sua vida esse costume de alguns, tome uma decisão importante, seja benção na vida dos outros. Faça-se presente e participe da congregação.


Com amor, Pr. Helio.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Projetos 2018



Projetos 2018.

Queridos irmãos.
O Conselho da igreja tem procurado conduzir a nossa igreja de forma bíblica, segura e piedosa. Deus tem abençoado a igreja com crescimento e isso nos alegra muito. Todavia, não podemos deixar de perceber que o crescimento saudável não virá sem que algumas medidas pastorais e pessoais sejam tomadas por nós.
Alguns projetos precisam tomar forma e gosto entre nós esse ano.

1.     Cuidado pastoral da igreja (Hebreus 10.25).
Resolvemos que o conselho visitará todas as famílias da igreja em 2018. O objetivo é promover o conhecimento das famílias da igreja por parte da liderança e estimular a participação das famílias na comunhão fraterna da igreja. Hebreus 10.25 aponta o costume de não congregar como um pecado que precisamos cuidar. Os presbíteros docentes e regentes visitarão as famílias da igreja na semana do aniversário de cada membro, tanto não comungantes como comungantes; para conhecer, para orar, para estimular ao amor e às boas obras. Todas as visitas serão combinadas com antecedência com cada família.

2.     Compra de terreno para a sede definitiva da igreja (Sl 122.1).
Várias medidas econômicas foram tomadas no passado recente da igreja para investirmos e economizarmos a fim de adquirirmos um terreno apropriado para as necessidades do crescimento da igreja. Temos o imóvel no S. Goiânia Viva e uma poupança para a qual sempre provisionamos uma pequena parte da arrecadação. Acreditamos que o momento de dar o passo final para a compra de um terreno está chegando e o Conselho sempre manterá a igreja informada dos passos tomados de forma transparente e com lisura. A Assembleia de hoje visa prestação de contas e o lançamento de uma campanha de arrecadação de ofertas alçadas para alcançarmos esse fim.

3.     Participação comunitária e assiduidade (Sl 16.3).
São três elementos que demonstram publicamente a saúde espiritual de uma igreja local: A pregação, a vida de oração e a vida comunitária. Percebemos uma baixa frequência por parte de várias famílias da igreja durante 2017. Sabemos que algumas famílias vêm apenas para o culto matutino, outras só para a EBD e ainda outras, somente para o culto noturno de domingo. A presença cai bastante para as programações de meio de semana. Acreditamos que o envolvimento poderia ser melhor a fim de estimularmos a comunhão fraternal entre as famílias da igreja. Acreditamos que não é somente a correria do dia a dia, com suas implicações socioeconômicas, a responsável por esse fenômeno. Acreditamos que podemos escolher construir a vida social das famílias da igreja numa comunhão mais próxima, fazendo do núcleo de nossas amizades a comunhão das famílias da igreja (Sl 16.3). Por isso vamos realizar mais cafés da manhã, mais retiros e mais programações. Atenda ao chamado. Participe mais!
Com amor, Rev. Helio.


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

A Falácia da Ideologia de Gênero


A FALÁCIA DA IDEOLOGIA DE GÊNERO
Rev. Helio O. Silva, GOIANIA-GO = 18/01/2018

A Agenda de Gênero é um assunto da agenda do Marxismo Cultural, que enxerga como única forma de promover a igualdade a eliminação da diferença dos sexos por meio de uma redefinição de termos e da desconstrução do conceito de família tradicional. Seus proponentes substituíram sem alarde ou debate a palavra “sexo” por “gênero”, a fim de retratar as lutas do feminismo quanto à discriminação sexual e promoção da igualdade.

Para Marx e Engels era preciso eliminar o conceito de propriedade no qual a primeira propriedade privada é a mulher e que a opressão das mulheres pelos homens no casamento é a primeira opressão de classe. Para eles, se não houver diferença de sexos, não haverá diferença social, pois, para os ideólogos de gênero, “as diferenças evidentes entre os homens e as mulheres não são naturais, mas foram construídas, e podem e devem ser modificadas”.

Quem são os proponentes da Agenda de Gênero no mundo? 

(1) Os controladores populacionais; 
(2) os libertadores sexuais; 
(3) os ativistas dos direitos gays; 
(4) os multiculturalistas e promotores do politicamente correto; 
(5) os extremistas ambientais; 
(6) os neomarxistas progressistas 
(7) e os pós-modernistas desconstrutivistas.

É preciso fazer uma diferenciação entre o feminismo de equidade e o feminismo radical pós-moderno. O feminismo de equidade defendeu e conquistou: (a) O direito das mulheres ao voto, (b) ao exercício da profissão, (c) à igual educação, (d) à igual oportunidade no emprego. Mas o segundo grupo entende como discriminação todas as diferenças reais (físicas, sexuais, maternidade etc) entre os homens e as mulheres propondo a desconstrução total da atual estrutura social. Portanto, o coração da Agenda de Gênero é a eliminação da distinção sexual e o controle da reprodução.

O grande problema para essa agenda é: Como vencer a realidade biológica? A sexualidade humana é um traço biológico binário objetivo, ninguém nasce com um gênero, todos nascem com um sexo biológico. A crença dele ou dela de ser algo que não é indica, na melhor das hipóteses, um pensamento confuso. Crianças que são submetidas ao uso de bloqueadores da puberdade para personificar o sexo oposto enfrentam elevado risco para a sua saúde. É abuso infantil condicionar crianças a acreditarem que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto seja normal, saudável e desejável. O índice de suicídio é 20 vezes maior entre adultos que usam hormônios do sexo oposto e se submetem a cirurgias de mudança de sexo.

Entender que ser diferente é ser desigual, e, portanto, injusto, a fim de propor uma Agenda de Gênero é, na mais cristalina verdade, uma declaração de guerra à natureza humana, tanto masculina, quanto feminina.

Devemos defender uma “complementaridade integral”, afirmando que homens e mulheres são inteiramente iguais em humanidade, dignidade e direitos, mas diferentes e complementares em natureza. A raça humana existe somente como masculino e feminino, e as diferenças entre os sexos dá à humanidade uma profundidade e uma visão que, de outro modo, lhe faltaria.

“Existem muitos fatores, incluindo a biologia, a experiência de vida como homem ou mulher, a cultura, a tradição e as decisões livres da vontade, trabalham em conjunto para criar as diferenças entre homens e mulheres”. Essas diferenças, não podem ser negadas, mas podem ser compartilhadas no sentido das pessoas se completarem e se complementarem na construção de uma família saudável, que serve e abençoa aos outros.

Com amor, Pr. Helio.


quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Plano Anual de Leitura da Bíblia para 2018 (II)














Plano anual de Leitura da Bíblia para 2018

Igreja Presbiteriana Jardim Goiás - Goiânia-GO


ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL 2018


PLANO DE LEITURA ANUAL DA BÍBLIA





 DATA
LIVRO
CAPÍTULOS

Janeiro



01
Gênesis
1 a 3
02
Gênesis
4 a 6
03
Gênesis
7 a 9
04
Gênesis
10 a 12
05
Gênesis
13 a 15
06
Gênesis
16 a 18
07
Gênesis
19 a 21
08
Gênesis
22 a 24

09

Gênesis
25 a 27
10
Gênesis
28 a 30
11
Gênesis
31 a 33
12
Gênesis
34 a 36
13
Gênesis
37 a 39
14
Gênesis
40 a 42
15
Gênesis
43 a 44

16

Gênesis
45 a 48
17
Gênesis
49 a 50
18
Êxodo
1 a 4
19
Êxodo
5 a 7
20
Êxodo
8 a 10
21
Êxodo
11 a 13
22
Êxodo
14 a 16

23

Êxodo
17 a 19
24
Êxodo
20 a 22
25
Êxodo
23 a 25
26
Êxodo
26 a 28
27
Êxodo
29 a 31
28
Êxodo
32 a 34
29
Êxodo
35 a 37

30

Êxodo
38 a 40
31
Levítico
1 a 3

Fevereiro



01
Levítico
4 a 6
02
Levítico
7 a 9
03
Levítico
10 a 12
04
Levítico
13 a 16
05
Levítico
17 a 19
06
Levítico
20 a 22
07
Levítico
23 a 25
08
Levítico
26 a 27
09
Números
1 a 3
10
Números
4 a 6
11
Números
7 a 9
12
Números
10 a 12
13
Números
13 a 15
14
Números
16 a 18
15
Números
19 a 21
16
Números
22 a 24
17
Números
25 a 27
18
Números
28 a 30
19
Números
31 a 33
20
Números
34 a 36
21
Deuteronômio
1 a 3
22
Deuteronômio
4 a 6
23
Deuteronômio
7 a 9
24
Deuteronômio
10 a 12
25
Deuteronômio
13 a 15
26
Deuteronômio
16 a 18
27
Deuteronômio
19 a 21
28
Deuteronômio
22 a 23

Março



01
Deuteronômio
24 a 26
02
Deuteronômio
27 a 29
03
Deuteronômio
30 a 32
04
Deuteronômio
33 a 34
05
Josué
1 a 3
06
Josué
4 a 6
07
Josué
7 a 9
08
Josué
10 a 12

09

Josué
13 a 15
10
Josué
16 a 18
11
Josué
19 a 21
12
Josué
22 a 24
13
Juízes
1 a 3
14
Juízes
4 a 6
15
Juízes
7 a 9

16

Juízes
10 a 12
17
Juízes
13 a 15
18
Juízes
16 a 18
19
Juízes
19 a 21
20
Rute
1 a 4
21
1 Samuel
1 a 3
22
1 Samuel
4 a 6

23

1 Samuel
7 a 9
24
1 Samuel
10 a 12
25
1 Samuel
13 a 15
26
1 Samuel
16 a 18
27
1 Samuel
19 a 21
28
1 Samuel
22 a 24
29
1 Samuel
25 a 27

30

1 Samuel
28 a 31
31
2 Samuel
1 a 3

Abril



01
2 Samuel
4 a 6
02
2 Samuel
7 a 9
03
2 Samuel
10 a 12
04
2 Samuel
13 a 16
05
2 Samuel
17 a 20
06
2 Samuel
21 a 24
07
1 Reis
1 a 3
08
1 Reis
4 a 6

09

1 Reis
7 a 9
10
1 Reis
10 a 12
11
1 Reis
13 a 15
12
1 Reis
16 a 18
13
1 Reis
19 a 22
14
2 Reis
1 a 4
15
2 Reis
5 a 7

16

2 Reis
8 a 10
17
2 Reis
11 a 13
18
2 Reis
14 a 16
19
2 Reis
17 a 19
20
2 Reis
20 a 22
21
2 Reis
23 a 25
22
1 Crônicas
1 a 4

23

1 Crônicas
5 a 7
24
1 Crônicas
8 a 10
25
1 Crônicas
11 a 13
26
1 Crônicas
14 a 16
27
1 Crônicas
17 a 19
28
1 Crônicas
20 a 22
29
1 Crônicas
23 a 25

30

1 Crônicas
26 a 29

Maio



01
2  Crônicas
1 a 3
02
2  Crônicas
4 a 6
03
2  Crônicas
7 a 9
04
2  Crônicas
10 a 12
05
2  Crônicas
13 a 15
06
2  Crônicas
16 a 18
07
2  Crônicas
19 a 21
08
2  Crônicas
22 a 24

09

2  Crônicas
25 a 27
10
2  Crônicas
28 a 30
11
2  Crônicas
31 a 33
12
2  Crônicas
34 a 36
13
Esdras
1 a 4
14
Esdras
5 a 7
15
Esdras
8 a 10

16

Neemias
1 a 4
17
Neemias
5 a 7
18
Neemias
8 a 10
19
Neemias
11 a 13
20
Ester
1 a 4
21
Ester
5 a 7
22
Ester
8 a 10

23

1 a 3
24
4 a 6
25
7 a 9
26
10 a 12
27
13 a 15
28
16 a 18
29
19 a 21

30

22 a 24
31
25 a 27

Junho



01
28 a 30
02
31 a 33
03
34 a 36
04
37 a 39
05
40 a 42
06
Salmos
1 a 5
07
Salmos
6 a 10
08
Salmos
11 a15

09

Salmos
16 a 20
10
Salmos
21 a 25
11
Salmos
26 a 30
12
Salmos
31 a 35
13
Salmos
36 a 40
14
Salmos
41 a 45
15
Salmos
46 a 50

16

Salmos
51 a 55
17
Salmos
56 a 60
18
Salmos
61 a 65
19
Salmos
66 a 70
20
Salmos
71 a 75
21
Salmos
76 a 80
22
Salmos
81 a 85

23

Salmos
86 a 90
24
Salmos
91 a 95
25
Salmos
96 a 100
26
Salmos
101 a 115
27
Salmos
116 a 118
28
Salmos
119
29
Salmos
120 a 125

30

Salmos
126 a 130
Julho


01
Salmos
131 a 135
02
Salmos
136 a 138
03
Salmos
139 a 141
04
Salmos
142 a 144
05
Salmos
145 a 148
06
Salmos
149 a 150
07
Provérbios
1 a 4
08
Provérbios
5 a7

09

Provérbios
8 a 10
10
Provérbios
11 a13
11
Provérbios
14 a 16
12
Provérbios
17 a 19
13
Provérbios
20 a 22
14
Provérbios
23 a 25
15
Provérbios
26 a 28

16

Provérbios
29 a 31
17
Eclesiastes
1 a 3
18
Eclesiastes
4 a 6
19
Eclesiastes
7 a 9
20
Eclesiastes
10 a 12
21
Cantares
1 a 3
22
Cantares
4 a 6

23

Cantares
7 a9
24
Cantares
10 a 12
25
Isaías
1 a 3
26
Isaías
4 a 6
27
Isaías
7 a 9
28
Isaías
10 a 12
29
Isaías
13 a 15

30

Isaías
16 a 18
31
Isaías
19 a 21
Agosto


01
Isaías
22 a 24
02
Isaías
25 a 27
03
Isaías
28 a 30
04
Isaías
31 a 33
05
Isaías
34 a 36
06
Isaías
37 a 39
07
Isaías
40 a 42
08
Isaías
43 a 45

09

Isaías
46 a 48
10
Isaías
49 a 51
11
Isaías
52 a 54
12
Isaías
55 a 57
13
Isaías
58 a 60
14
Isaías
61 a 63
15
Isaías
64 a 66

16

Jeremias
1 a 3
17
Jeremias
4 a 6
18
Jeremias
7 a 9
19
Jeremias
10 a 12
20
Jeremias
13 a 15
21
Jeremias
16 a 18
22
Jeremias
19 a 21

23

Jeremias
22 a 24
24
Jeremias
25 a 27
25
Jeremias
28 a 30
26
Jeremias
31 a 33
27
Jeremias
34 a 36
28
Jeremias
37 a 39
29
Jeremias
40 a 42

30

Jeremias
43 a 45
31
Jeremias
46 a 48
Setembro


01
Jeremias
49 a 50
02
Jeremias
51 a 52
03
Lamentações
1 a 5
04
Ezequiel
1 a 3
05
Ezequiel
4 a 6
06
Ezequiel
7 a 9
07
Ezequiel
10 a 12
08
Ezequiel
13 a 15

09

Ezequiel
16 a 18
10
Ezequiel
19 a 21
11
Ezequiel
22 a 24
12
Ezequiel
25 a 27
13
Ezequiel
28 a 30
14
Ezequiel
31 a 33
15
Ezequiel
34 a 36

16

Ezequiel
37 a 39
17
Ezequiel
40 a 42
18
Ezequiel
43 a 45
19
Ezequiel
46 a 48
20
Daniel
1 a 3
21
Daniel
4 a 6
22
Daniel
7 a 9

23

Daniel
10 a 12
24
Oséias
1 a 3
25
Oséias
4 a 6
26
Oséias
7 a 9
27
Oséias
10 a 14
28
Joel
1 a 3
29
Amós
1 a 3

30

Amós
4 a 6
Outubro


01
Amós
7 a 9
02
Obadias/ Jonas
1/ 1 a 4
03
Miquéias
1 a 4
04
Miquéias
5 a 7
05
Naum
1 a 3
06
Habacuque
1 a 3
07
Sofonias
1 a 3
08
Ageu
1 e 2

09

Zacarias
1 a 4
10
Zacarias
5 a 7
11
Zacarias
8 a 11
12
Zacarias
12 a 14
13
Malaquias
1 a 4
14
Mateus
1 a 4
15
Mateus
5 a7

16

Mateus
8 a 10
17
Mateus
11 a13
18
Mateus
14 a 16
19
Mateus
17 a 19
20
Mateus
20 a 22
21
Mateus
23 a 25
22
Mateus
26 a28

23

Mateus
1 a 3
24
Marcos
4 a7
25
Marcos
8 a10
26
Marcos
11 a13
27
Marcos
14 a16
28
Marcos
1 a 3
29
Lucas
4 a 6

30

Lucas
7 a 9
31
Lucas
10 a 12
Novembro


01
Lucas
13 a 15
02
Lucas
16 a 18
03
Lucas
19 a 21
04
Lucas
22 a 24
05
Lucas
1 a 3
06
João
4 a 6
07
João
7 a 9
08
João
10 a 12

09

João
13 a 15
10
João
16 a 18
11
João
19 a 21
12
Atos
1 a 4
13
Atos
5 a 7
14
Atos
8 a 10
15
Atos
11 a13

16

Atos
14 a 16
17
Atos
17 a 19
18
Atos
20 a 22
19
Atos
23 a 25
20
Atos
26 a 28
21
Romanos
1 a 3
22
Romanos
8 a 10

23

Romanos
11 a 13
24
Romanos
14 a 16
25
1 Coríntios
1 a 4
26
1 Coríntios
5 a 7
27
1 Coríntios
8 a 10
28
1 Coríntios
11 a 13
29
1 Coríntios
14 a 16

30

2 Coríntios
1 a 4
Dezembro


01
2 Coríntios
5 a 7
02
2 Coríntios
8 a 10
03
2 Coríntios
11 a 13
04
Gálatas
1 a 3
05
Gálatas
4 a 6
06
Efésios
1 a 3
07
Efésios
4 a 6
08
Filipenses
1 a 4

09

Colossenses
1 a 4
10
1 Tessalonicenses
1 a 5
11
2 Tessalonicenses
1 a 3
12
1 Timóteo
1 a 3
13
1 Timóteo
4 a 6
14
2 Timóteo
1 a 4
15
Tito / Filemon
1 e 2 / 1

16

Hebreus
1 a 4
17
Hebreus
5 a 7
18
Hebreus
8 a 10
19
Hebreus
11 a 13
20
Tiago
1 a 5
21
1 Pedro
1 a 5
22
2 Pedro
1 a 3

23

1 João
1 a 5
24
2 e 3 João/Judas
1/1/1
25
Apocalipse
1 a 3
26
Apocalipse
4 a 6
27
Apocalipse
7 a 9
28
Apocalipse
10 a 12
29
Apocalipse
13 a 15

30

Apocalipse
16 a 18
31
Apocalipse
19 a 22


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